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Mostrando postagens com o rótulo escola

uma mulher morta a cada 33 horas no estado de são paulo

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  notícia de fevereiro, 2026 : " Entre janeiro e dezembro, foram 266 ocorrências — em média, uma mulher assassinada a cada 33 horas.  Em 2025, o estado de São Paulo registrou o maior número de casos de feminicídio desde o início da série histórica, em 2018. " cbn - feminicídio dentro do shop abc, s paulo  - l er matéria tod a  . . . . . . . . .  .  .  .   . em média, uma mulher assassinada a cada 33 horas, quase uma por dia!! olhem, no universo que me cabe, que é o da educação, não há como fugir à pergunta: escolas estão trabalhando essa questão do feminicídio? pois é... e não me refiro a uma proposta de produção de texto perdida no meio do ano letivo ou uma conversa em sala de aula sobre o tema, a partir da leitura de um texto literário. não. é preciso que todos os professores e professoras participem do barulho. uma semana de atividade, em todas as aulas, sobre combate ao feminicídio. arte, ciência, filosofia, educação física, humanidades, ...

confete sustentável ? não é só isso

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              não é só isso   _ interpretação de texto para inciantes_           portal midia ninja - Em meio a toneladas de plástico espalhadas pelas ruas após o Carnaval, uma alternativa simples e criativa surge como alternativa aos materiais usuais: o confete feito de folhas secas. A ideia é tão óbvia quanto potente. Em vez de utilizar papéis metalizados ou plásticos que demoram anos para se decompor e frequentemente acabam em bueiros, rios e consequentemente no mar, o confete sustentável reaproveita folhas já caídas das árvores. Elas são higienizadas, secas e perfuradas, transformando-se nos confetes que mantêm a leveza da folia e o melhor, sem deixar rastros de poluição! Diferente do confete tradicional, que pode conter tintas, metais pesados ou microplásticos, o confete de folhas é totalmente biodegradável. Se ficar no chão, volta para a terra. Não entope sistemas de drenagem, não ameaça animais e não sobrecarrega a ...

crianças e adolescentes em tempos de crise climática - interpretação de texto

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  não é só isso   [ leituras de cotidiano ]                                               Diante do agravamento dos eventos climáticos extremos no Brasil e no mundo, como as enchentes  no Rio Grande do Sul em 2024,  que afetaram milhões de pessoas e interromperam o acesso à educação, saúde e moradia,  o Instituto Alana lança, em parceria com o Conanda ( Conselho Nacional dos  Direitos da Criança e do Adolescente ) e Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania ( MDHC ), o guia “ Cuidar e proteger: infâncias e adolescências em tempos de crise climática ”, que busca fortalecer e ampliar o alcance do documento " Recomendação do Conada para proteção integral de crianças e adolescentes em situação de riscos e desastres climático s" , publicado em 2024.  O material, apresentado durante a Semana nacional de enfrentamento à violência sexual co...

aprendendo fora da sala - não é só isso

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      não é só isso  [ leituras de cotidiano ]      alexandre beck postagem para ajudar quem tem dificuldade com interpretação de texto veja se você compreende o básico:   a conversa entre adulto e criança  sugere que a experiência fora da escola , também produz aprendizado — tão  marcante quanto o conteúdo formal. olhe: de repente é feriado e a criança questiona sobre não ir à escola. então, vale a explicação e tome aprendizado. eis a lição. de repente, não ter aula, é a consequência de um incidente como uma greve: mais explicações sem rodeios. na lata :  aprender não se limita à sala de aula. o que se aprende ali perde força se não encontra a prática da vida. agora, a prática, sozinha, sem estudo e sem reflexão, também se esvazia. a tirinha não é apenas sobre menino que está descontente por não ir á escola. não é só isso.  se quem leu percebeu que há formas diferentes de aprender, então leitura bem sucedida.   ...

dez filmes para debater na escola

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                procurando filmes ou documentários para sugerir ou mostrar, na escola?            arrisque conhecer esta lista! * apocalypse now  -  f coppola - 1979    estado unidos       apocalipse now - saiba mais   * capitão abu raed  -  matalqa & kenneth - 2007    jordânia    capitão abu raed - saiba mais     capitão ... mais sobre o filme * cidade de deus  - f meirelles - 2002    brasil        cidade de deus ! - clica       cidade de deus - saiba mais * o leitor - stephen daldry - 2008   alemanha / eua     o leitor - saiba mais ... * corra, lola, corra - tom tykwer - 1999     alemanha     lola rennt - corra ! clica * o menino e o mundo  - alê abreu - 2013    brasil [ animação ]     o menino e o mundo - saiba mais * meu ...

última aula novembro 2025

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          " viver é melhor que sonhar " (belchior)       " mesmo que eu mande em garrafas mensagens. .." (bosco)              " deixa a vida me levar " (pagodinho)                                                           [ cachoeira é simbólica nesse contexto -- adorei ]                                                           sim, terminei. desde 1986, lá no colégio graphos (s j do rio pardo), até aqui, 39 anos e xis meses dentro de escolas, entre campinas, valinhos, bragança paulista, mogi-mirim, mogi-gaçu, itapira, espírito santo do pinhal, mococa, americana e s j rio pardo. não nessa ordem. ufa.  a energia...

mês de professor e professora ganharem parabéns

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  é outubro, aqui. pelas escolas, mês de ganhar algum parabéns, ganhar tapinha nas costas e um "vamo-que-vamo"... isso tudo sem menosprezar os remédios.  a classe trabalhista de professores é uma das mais desunidas do país, isso a gente sabe. educadores e educadoras se contentam, até aqui, em pular de prédio em prédio, para dar conta de jornadas exaustivas por semana, em troca de algo em torno de cinco salários mínimos. cinco ou quatro. não sei, mesmo, porque ainda há quem continue. em 2025, eu ainda sou um desses.  diante de estudantes, estou sempre na tentativa de deixar claro que educação não é informação, que aula não é descrição de fatos... enfim, está cada vez mais difícil. principalmente, no universo da classe média. essa juventude desenvolveu uma capacidade de se encapsular que é notável. ela é  filha das gentes que acreditam no fim dos sentimentos ruins e, por isso,  a ideia é não sofrer. então,  ninguém se expõe. e a vida segue, com estudantes em ...

a rosa das dores

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  carlos ferber foi meu aluno, tempos atrás. não me esqueço. corria o ano de 2008 e ele  estava atento, ouvindo breve comentário que eu fazia, em sala de aula, sobre "rosa", depois de lermos "primeiro motivo da rosa", poemeto singelo da não menos singela cecília meireles. estávamos lendo também "rosa do povo" (drummond) e já havíamos comentado "o nome da rosa" (eco), noutra oportunidade, daí o tema botânico e filosófico se fazer presente.  conversa vai conversa vem, ferber interfere para contar que a tal flor se mantém mais tempo sem murchar se colocarmos, no vaso com água, um comprimido de aspirina. fiquei pensando quais seriam as dores de uma rosa para que pudesse usufruir de renomado quitute.  cartola tinha dito que as rosas não falam, mas, pelo jeito, podem ter enxaqueca, daí aqueles espinhos todos, não sei. mas fica a dica do século, caso suas rosas reclamem de dor.

será que pode colar? - uma chance ao aprendizado

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  o que há neste livro ? perguntas de c onhecimentos gerai s com quatro (4) alternativas em que se buscou um nível de dificuldade próximo a quem estuda no ensino fundamental 2, algo entre o 6o. e o 9o. ano.  por quê ? nesse período da vida escolar, fundamentam-se alguns valores importantes, como a preservação da natureza, a importância da arte e a vida em sociedade. como funciona o jogo ? numa página do livro, aparecem a pergunta e as alternativas. é preciso descobrir qual delas é a única que responde à pergunta feita. quem tem o livro em mãos pergunta para uma ou mais pessoas, de preferência jovens. pode-se estabelecer um tempo para responder ou até alguma pontuação para o acerto. na página seguinte está a resposta, acrescida de uma curiosidade e, por vezes, uma proposta de pesquisa.    . . . . . .  .  .   .    .  veja um exemplo do livro: Ave facilmente reconhecida pelo canto e parece dizer seu nome quando vocaliza. Ela apresenta ...

opúsculo humanitário - nísia floresta brasileira augusta - resenha

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                          dionísia pinto lisboa   - -  nome oficial       nísia floresta brasileira augusta   - -  pseudônimo - "floresta" faz referência ao sítio onde nasceu (rio g do norte) - "augusta" é o nome do marido falecido, "augusto" filha do português dionísio pinto lisboa e da brasileira antônia clara freire, dionísia nasceu no rio grande do norte, em 1810. morreu na frança, em 1885.  no início de " opúsculo humanitário ", nísia expõe o modo como mulheres foram tratadas em épocas distantes, como na grécia, pérsia e egito, por exemplo, antes de cristo. passa pelos pensamentos de platão, sócrates, cita dario, safo, perictione (mãe de platão), aspasia, indo à idade média, chegando até -- mais recente --, a cornelia bororquia. vale explicação: " cornelia bororquia " é nome de um livro anticlerical, do final do século 18, com subtítulo: " a verdadeira história da judith espan...