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Mostrando postagens de outubro, 2024

menino de três anos que brinca de pintar é chamado de "míni picasso"

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  l aurent schwarz, três anos de idade e mancha de cores umas telas que seus pais dão a ele. é alegre e lúdico o movimento do quase-bebê. estamos em 2024. o menino começou a pintar no fim de 2023. os  rabiscos coloridos passaram a valer milhares de euros com a disseminação das imagens do garotinho lambuzando telas e a si mesmo, neste 2024.  foi chamado de "míni picasso". não é. trata-se de uma criança e não um técnico em arte plástica. não viveu ainda para discernir entre trabalho artístico e a diversão. o que ele faz é brincandeira de criança. simples assim. é possível lucrar com essas manchas todas? claro. basta ter quem queira gastar. agora, tratar isso tudo como "novo picasso" é ridículo. vejam abaixo o próprio pai, na matéria que coloco a seguir, afirma que é apenas uma criança se divertindo.  e é apenas uma criança se divertindo. juro. vai cair no enem.  materia da cnn brasil - menino pintor   - clica

lição sobre função do estado - milly lacombe

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    texto de milly lacombe, plataforma uol, outubro de 2024 E m nome de combater a corrupção privatiza-se tudo. Como se a corrupção fosse um acontecimento puramente estatal. Nada para ver nas análises fiscais das Lojas Americanas que levaram milhares ao desemprego e à falência e beneficiaram os bilionários de sempre.  A corrupção é o tecido que liga o setor econômico ao político no mundo. (...) Ela está em todos os lugares. É um falso debate esse que estamos travando: melhor o estado cuidar da energia ou melhor entregar para o sacrossanto gestor privado?  É um debate falso na medida em que ele existe para que não foquemos no que importa: o bem comum não pode ser regido pela lógica do lucro. (...)  Uma distribuidora de energia não existe para lucrar; existe para entregar. Entregar para todos. (...). Entregar sem falhas. É preciso gastar e investir e nunca, jamais e em tempo algum, embolsar o que sobrou. (...)   Trata-se de um golpe dado contra a população ...

água funda é questão de prova - fuvest

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       não é só isso     [leituras de cotidiano] romance regionalista, modernista. folclore rural, narração em primeira pessoa, une misticismos e denúncia social. mas não é só isso! vejam estas perguntas. tente fazer. gabarito no final "(...) casamento que começa com foguete, acaba com porrete. Esse não acabou com porrete, mas foi muito pior. Um guainumbi, um beija-flor, de papo branco entrou no quarto no dia do casamento. No começo era bom, mas depois o marido virou festeiro e ia para todas as farras com Seu Pereira. Mas Sinhá não brigava, casou contra a vontade dos pais. Pode até ser que brigasse, mas era escondido ou nunca aconteceu. A soberba ajudou Sinhá a sofrer calada.(...)" [ Água funda, R uth Gu im arães, 1946 ] A. O que o ditado popular “casamento que começa com foguete acaba em porrete” sugere sobre o relacionamento de Sinhá e Sinhô? a) casamentos festivos são sempre felizes b) casamento começou bem e mudou demais depois c) as brigas foram...

brasil de seis

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  os anos do calendário que terminam com seis são especiais, com oito letras. "especiais" tem oito letras, é o que quis dizer. mas seis é outra coisa. outra esfera -- que tem seis letras. num jantar romântico, seis galinhas pode ser muito, mas numa granja é pouco.  o número seis é bacana porque meu primeiro nome tem seis letras. não sei o seu, mas o meu tem e deve significar muito. ter "seis" no nome combina com "viagem", seis letras... paraty tem seis, claro. em 1976 sonhava-se com abertura política, mas teve aquela explosão do riocentro. meu botafogo, lá de ribeirão preto, ganhava jogo atrás de outro, com sócrates, zé mário, mineiro, wilson campos, nei e tantos outros. os palmeirenses, em abril de 2006 ficaram tristes porque o time verde tomou seis gols do desconhecido figueirense, que não tem seis letras, nem aqui, nem na china, com cinco. aliás, em 1966 perdemos a copa do mundo, eu sei. em 1986 foi outra derrota, desta vez contra a frança, de cinco let...